Matéria de Doctor Robert (whiplash.net) sobre o álbum Hot Space
Fonte: http://whiplash.net
Por Doctor Robert | Em 26/01/10
Há muito tempo atrás, recordo-me de uma seção em uma revista especializada em rock (se não me falha a memória, a grande “Roadie Crew”) onde nomes famosos do gênero eram perguntados sobre seus álbuns favoritos. Em uma das perguntas, muito peculiar por sinal, o entrevistado tinha que responder qual disco daria de presente ao seu pior inimigo. Andreas Kisser, do Sepultura, em sua participação, decretou: “Hot Space”, do Queen – banda da qual, aliás, ele é fã. E durante anos a fio, desde o seu lançamento em 1982, o “álbum da capa colorida” do quarteto britânico sempre foi execrado, até mesmo pelos seus mais fiéis seguidores. Afinal, seria “Hot Space” realmente tão ruim assim?
Grande parte do impacto negativo causado pelo álbum se deve ao fato de que, até então, o Queen não tinha nenhuma mancha muito grave em sua discografia. A maioria de seus lançamentos eram unanimidades entre seus fãs, mesmo quando não agradavam aos críticos, e seu sucesso de vendas era indiscutível. Se eles já haviam flertado com a discoteca no álbum “Jazz” (na faixa “Fun It”, de Roger Taylor) e com a black music em “Another One Bites The Dust”, de “The Game”, desta vez eles resolveram escancarar de vez a veia dançante. Primeiro erro: a disco music já estava dando seus últimos suspiros. Segundo erro: o disco foi lançado sucedendo o estrondoso sucesso do já citado álbum “The Game”, o inesperado êxito da infame trilha sonora de “Flash Gordon”, a grande vendagem da coletânea “Greatest Hits” e do single “Under Pressure”, gravado junto a David Bowie – o que, obviamente, gerou muita expectativa. Resumo da ópera: a banda tentou, em vão, nadar contra a corrente, na esperança de que pudessem surpreender a todos, lançando algo diferente, inesperado… E se deram muito mal…
A mudança de ares musicais havia funcionado bem no trabalho anterior, onde a banda deixa para trás o som esmerado e super-produzido (exagerado para alguns) dos anos 1970, abandonando as sobreposições de vocais e guitarras e apostando em uma sonoridade mais simples e direta. Chega a ser incrível, porém, pensar hoje em dia em como é que o quarteto não conseguiu perceber que uma mudança tão radical, para um tipo de sonoridade tão distante e tão mais pobre, acabaria sendo, no mínimo, prejudicial. Ouvindo-se cuidadosamente o disco, o que dá para se notar é uma banda que perdeu o foco.
As duas faixas que abrem o trabalho, “Stayin’ Power” e “Dancer”, já são de desencorajar até o mais fanático seguidor de Freddie Mercury e cia. Se você duvida, tente ouvir as duas, seguidinhas, como aparecem no álbum, sem tentar pular para a próxima. E olha que naqueles tempos de vinil não tínhamos a facilidade de apertar uma tecla para fazer isso, tinha-se o trabalho[bb] de retirar a agulha e procurar a música seguinte… Pois bem… A terceira faixa, “Back Chat”, do baixista John Deacon, continua apostando na disco, e embora tenha um bom solo e alguns acordes de guitarra distorcidos de Brian May, não consegue convencer ninguém. O ridículo chega ao seu ápice em “Body Language”, com sua letra e video[bb] clipe, no mínimo, estapafúrdios. Encerrando o lado A do vinil, vinha “Action This Day”, que chegou a fazer parte do repertório ao vivo, assim como “Stayin’ Power” e “Back Chat”, em versões onde a banda tentava soar um pouco mais rocker, mas não adiantava… Era caso perdido mesmo, como pode ser conferido no CD/DVD “Queen On Fire – Live At The Bowl”.
Se o ouvinte por engano começasse a ouvir a bolacha pelo lado B, talvez a reação fosse diferente. Abrindo a outra metade, temos nada menos que “Put Out The Fire”, um baita hard rock rasgadão e pesado de Brian May, seguido de uma bela homenagem de Freddie Mercury a John Lennon em “Life Is Real”. Mas a peteca começa a cair de novo com “Calling All Girls”, faixa pop totalmente desnecessária do baterista Roger Taylor. Bom, paciência tem limite, e o vinil só não era quebrado depois de mais esta faixa horrorosa porque vinha mais uma boa balada (boa, mas bem açucarada, é verdade), onde o Queen homenageia os fãs da América Latina que os receberam tão calorosamente no ano anterior: “Las Palabras de Amor”.
Ânimos mais calmos e o flerte agora era com a soul music, em outra composição de John Deacon (notório fã da black music dos tempos da Motown), agora em parceria[bb] com Freddie Mercury, “Cool Cat”, cantada por este quase toda num falsete que, a certa altura, vai cansando. Encerrando o disco, e evitando o fiasco total, a banda resolveu inserir a ótima “Under Pressure”, composta, gravada e lançada junto a David Bowie no ano anterior, e que acabou resultando na época em seu segundo single de maior sucesso[bb], perdendo apenas para “Bohemian Rhapsody” – afinal, desta vez contavam com as vendas direcionadas não apenas para seus fãs, mas também para os do “camaleão do rock”.
Enfim, realmente “Hot Space” é um disco com muito mais erros do que acertos. Não é de todo mal, mas o pouco de bom que tem não faz jus a toda a grandeza do nome da banda. Ao lado da trilha sonora do péssimo filme “Flash Gordon”, talvez seja realmente o pior momento de toda sua história, em termos de criação musical. Era o começo de uma crise interna que quase decretaria o final da banda anos depois, quando do lançamento de “The Works” (outro disco irregular, mas já bem melhor do que “Hot Space”). A situação era tão delicada que à época, para driblar o choque de egos, foram lançados como singles de “The Works” quatro faixas, uma composta por cada membro: “Radio Ga Ga”, “I Want To Break Free”, “It’s a Hard Life” e “Hammer To Fall”.
Para sorte dos fãs, as intrigas foram superadas pelo profissionalismo. Voltando a trabalhar em conjunto, o grupo[bb] lançaria como composição de todos os membros em 1985 o single “One Vision”, e posteriormente os álbuns “The Miracle” e “Innuendo” – o álbum “A Kind Of Magic” trazia ainda as faixas assinada individualmente pelos membros. A união da banda ficou ainda mais forte após a confirmação de que Freddie era soropositivo e durou até a sua morte em 1991, rendendo ao mundo ainda mais algumas grandes canções…
1. Staying Power
2. Dancer
3. Back Chat
4. Body Language
5. Action This Day
6. Put Out The Fire
7. Life Is Real (Song For Lennon)
8. Calling All Girls
9. Las Palabras De Amor (The Words Of Love)
10. Cool Cat
11. Under Pressure (with David Bowie)
Fonte: http://whiplash.net
Por Doctor Robert | Em 26/01/10
Aerosmith: Joe Perry convida Chris Cornell, Paul Rodgers e Billy Idol para o posto de vocalista
E a novela “procura-se um baterista para o Aerosmith”, que todos julgavam interminável, teve mais uma guinada nesta semana. Só que, para surpresa geral, o enredo complexo e a trama confusa estão transformando o dramalhão em uma tremenda comédia.
O site da revista americana Classic Rock garante que o guitarrista da banda, Joe Perry, já convidou três grandes nomes para assumir o lugar de Steven Tyler, que segue se recuperando da dependência química em analgésicos: Billy Idol, Paul Rodgers (ex-Bad Company e Queen) e Chris Cornell, agora de volta ao Soundgarden.
Se o fato de não saber quem substituiria Tyler já estava deixando os fãs do Aerosmith de cabelo em pé, a aparição dos três nomes transformou a ansiedade em desespero. Imagine só Billy Idol, por exemplo, pendurado no microfone para chegar às notas agudas de Love in The Elevator!
Mas o ponto alto do episódio mais cômico do folhetim roqueiro foi mesmo a resposta de Chris Cornell para o convite feito por Perry. “Que? Isso é sério?”, teria perguntado o ex-vocalista do Audioslave sobre a proposta de tornar-se frontman do quarteto de Boston. “Claro que não! Imagina só o quão ridículo seria isso…”, afirmou ele, segundo o site.
Quem agradece a negativa de Cornell, do fundo do coração, são os fãs da banda, que não terão de ouvir os clássicos do Aerosmith com seus cacoetes vocais. Isso para não falar no pífio desempenho de seu gogó em seu mais recente disco-solo, Scream (2009), um fracasso completo que contou com a mãozinha do produtor superestrelado Timbaland.
No caso de Paul Rodgers, a situação é, no mínimo, menos ridícula. Mas, após desfazer sua parceria com o Queen no ano passado, o vocalista está entrando de cabeça na reunião do Bad Company e, por isso, declinou educadamente a proposta.
Passado o susto das três escolhas, resta esperar pelo próximo capítulo dessa novela, fazendo votos que os próximos episódios sejam um pouco mais sérios.
Fonte: virgula.com.br
Queen em matéria da Globo: O espírito do rádio
Estávamos ainda no começo dos anos 80 e a música pop ganhava cada vez mais espaço na televisão por causa de alguns fantásticos videoclipes. Era a época em que Michael Jackson entrou para a história ao interromper a rotação do planeta com “Thriller” – quem foi que não parou tudo o que estava fazendo para ver, embasbacado, o balé dos zumbis? Tudo indicava um futuro brilhante, mas o Queen de Freddie Mercury alertava: se tudo continuar assim, o que será do nosso velho amigo rádio? Paradoxalmente, a canção “Radio Ga Ga” (sim, Lady Gaga tirou seu nome daí) tinha um belo videoclipe, com cenas de um clássico do cinema mudo, Metropolis. Foi um grande sucesso num canal de TV americano que começava a ganhar muita audiência exibindo só videoclipes. Mas não dava para ignorar o apelo da letra: “Então, [rádio] fique por aí, porque podemos sentir sua falta / Quando ficarmos cansados de tantas imagens”.
Música pop e imagem sempre andaram de mãos dadas, a verdade é essa. O rebolado de Elvis Presley, os terninhos e cortes de cabelo dos Beatles… Sem eles, a revolução do rock jamais teria acontecido. E mesmo o Queen descobriu o poder dos videoclipes bem antes de muita gente, ao fazer um filminho bem teatral para divulgar a música “Bohemian Rapsody”, lá ainda nos anos 70. Hoje em dia, embora algumas de suas músicas sejam realmente boas, é difícil imaginar Lady Gaga, Beyoncé, Rihanna e Britney Spears sem imagens – os paparazzi que o digam. Essas moças são entidades pop que, de vez em quando, a gente lembra que também cantam. Uma boa hora para pensar um pouco no que Freddie Mercury dizia em “Radio Ga Ga”. Será que perdemos a capacidade de nos encantarmos pela música simplesmente pela música?
Sugiro, então, um exercício: Da próxima vez em que você estiver inquieto, apaixonado, solitário, feliz pra caramba ou um tanto desesperançado, busque a rádio com a programação que melhor case com o seu estado de espírito. Não é difícil achar: na internet, então, há incontáveis opções. Só você e a música, deixe a imaginação fluir – não há nada a perder, só a ganhar. Uma das minhas diversões favoritas é ouvir rádios de flashback e soft rock. Algumas das mais belas canções pop já escritas, cantadas com muito sentimento e arranjadas com todo o bom gosto possível. A mente viaja, você recorda amores, atualiza sonhos e, por instantes, recobra a sanidade mental num invólucro musical inexpugnável. Isso, sem deixar de fazer o que se está fazendo, seja lá escrever, atender os clientes num balcão ou escovar os dentes.
O rádio, tal qual se conhecia, não existe mais. Outras mídias se encarregaram de trazer as novidades musicais, as estações trocaram as ondas eletromagnéticas pelo fluxo de bytes da internet e todo mundo hoje em dia tem um tocador de MP3. Mas o espírito do rádio, esse eu posso garantir que não morreu – para a alegria de Freddie Mercury, que está aí, mais vivo do que nunca, em suas canções. O rádio está lá, por exemplo, quando você faz uma bem servida seleção musical, deixa o MP3 no shuffle e vai em frente com a sua vida. Porque tem coisas que a música – e só a música – podem te dizer. De preferência, ao pé do ouvido.
Fonte: domingaodofaustao.globo.com
Enviado por: Larissa Uchôa
Queen citado em matéria com Adam Lambert

….. – Um pouco de pop, dance e rock’n'roll, de todas as épocas. Por isso, botei o nome do disco de “For your entertainment”, porque ele tem todos esses climas diferentes.
Inclusive, na parte rock, é notável a influência do Queen. Recentemente, rolou o boato de que ele poderia vir a cantar em alguns shows da banda inglesa, já que tem uma voz que lembra a de Freddie Mercury, e duas faixas do disco são puro Queen. Algum fato nisso? …
Para ler a matéria completa Clique Aqui
Fonte: oglobo.com
“A kind of magic” é tocada em reportagem do Esporte Espetacular
Se Freddie estivesse vivo, estaríamos na ativa
Um dos musicais de maior sucesso da década passada e que foi visto por seis milhões de pessoas em todo o mundo até hoje. Agora “We Will Rock You” do Queen e Elton Ben está finalmente chegando à Irlanda – e nas lojas há uma surpresa para os fãs do Queen.
A banda do guitarrista Brian May se uniu com o baterista Roger Taylor e com o autor e diretor Ben Elton para fazerem o musical. Todos os três têm uma abordagem própria para o evento, e no passado, Brian realizou diferentes aberturas para o musical em todo o mundo.
Ele conta ao Irish Independent: “Eu gosto de me manter ocupado e acho que o show é um grande evento. E é também muito, muito engraçado, graças principalmente ao Ben. Já está sendo apresentado no Dominion Theatre em Londres há nove anos e ainda é um enorme sucesso. Nós estávamos com o projeto guardado há sete anos e foi apenas em 2007 que fomos autorizados a trazê-lo para uma turnê. Assim formamos uma segunda empresa e estamos sempre na estrada.”
Todos os grandes sucessos do Queen são destaques desde “Bohemian Rhapsody” e “I Want To Break Free” até “Killer Queen” e “Fat-Bottomed Girls”. Ben, Brian e Roger inicialmente discutiram a idéia do musical, que era para acontecer em torno de canções do Queen.
“Nos conhecemos há ano e fizemos algumas reuniões. Ele tinha uma antiga idéia sobre como deveria ser e fez um esboço. Porém queríamos algo histórico, enquanto ele queria que isso fosse ajustado para o futuro. Ele ganhou”, comentou May.
Até agora não houve nenhuma menção ao falecido vocalista dos Queen, Freddie Mercury, que foi uma das primeiras estrelas de alto perfil a morrer de Aids em 1991.
Brian reflete: “Eu ainda sinto falta do Freddie todos os dias da minha vida. Acho que Freddie teria amado o musical “We Will Rock You”. Ele também teria ganhado muito dinheiro! Eu diria que, se o Freddie estivesse vivo hoje, o Queen ainda estaria na ativa. Mas eu realmente sinto que ele é uma grande parte do musical, uma grande parte”.
Fonte: whiplash.net
Enviado por: Lê
Marco do pop no país, Rock in Rio faz 25 anos
Dez dias. Público médio de 150 mil por noite. Vinte e nove artistas. Os números exagerados indicam a dimensão do que foi a primeira edição do Rock in Rio, em 1985. Pelo pioneirismo e pela grandeza, ainda hoje pode ser considerado o mais importante festival pop que já ocorreu no Brasil.
Vinte e cinco anos atrás, o Brasil era um deserto para a música pop internacional. O país havia recebido pouquíssimos artistas de primeira linha, em shows esporádicos (como Alice Cooper, Van Halen).
O Rock in Rio (ocorrido entre 11 e 20 de janeiro de 1985, numa área que ficou conhecida como Cidade do Rock, na Barra da Tijuca) foi uma iniciativa do publicitário Roberto Medina, da Artplan –iniciativa considerada “maluca” por executivos de gravadoras e especialistas da área. Era 1985, momento em que o Brasil saía de uma ditadura para experimentar novamente a democracia.
“Estávamos em uma época de transição para a democracia e eu queria fazer algo. Numa ocasião, em casa, passei a noite acordado, desenhando. Estava sozinho e de repente surgiu o formato do festival e até o nome”, relembra Medina, 62.
“Eu já tinha produzido o show do Frank Sinatra no Rio em 1980, mas aquilo não me credenciava para fazer algo como o Rock in Rio. Foi um desafio enorme. Mas a inexperiência funcionou a favor. Porque se eu soubesse das dificuldades, nunca teria feito.”
Uma das dificuldades: o sino do AC/DC. A banda australiana viajava (e ainda viaja) com um sino que pesa pouco mais de uma tonelada. Medina não tinha dinheiro para trazê-lo de navio. Os roqueiros rebateram: se o sino não for, eles também não vão. “Então eu trouxe o sino. Mas quando foram montá-lo, ele era tão pesado que quebrou a estrutura e se espatifou no chão. Aí eles fizeram um sino de gesso mesmo. Só me contaram uns três meses depois, com medo de que eu fosse ter um treco”, diz Medina.
Iron Maiden, Queen, AC/DC, Yes, James Taylor, Whitesnake, Ozzy Osbourne, B-52’s. A quantidade de artistas estrangeiros era algo inédito. O que causou problemas com artistas daqui -a maioria dos brasileiros tocou com som baixo.
“Tivemos sorte de termos uma equipe dinâmica. Escapamos do caos que acontecia. Era trabalhoso passar o som, usar a luz”, afirma João Barone, dos Paralamas do Sucesso. “Lembro que não podia ter artista brasileiro no corredor do backstage na hora em que o pessoal do Scorpions iria passar, por exemplo. O Freddie Mercury (Queen) chegava de helicóptero…. Foi curioso ver aquilo acontecer na nossa frente, naquela época.”
Erasmo Carlos dedica um capítulo de seu livro de memórias às vaias que tomou dos roqueiros quando se apresentou antes das bandas pesadas. Já Ivan Lins, que tocou em noites mais calmas, não teve contratempos: “Meu técnico de som sabia falar inglês e fez uma média com os gringos. Por isso não tive nenhum problema”.
Fonte:
www.jornaldiadia.com.br
Escrito por Folha Online
Qua, 13 de Janeiro de 2010 09:32
25 anos Rock in Rio – programa Leitura Dinâmica
Vídeo da matéria do programa, da Rede TV, Leitura Dinâmica sobre os 25 anos do Rock in Rio.
Fonte: www.redetv.com
Enviado por: Tainara Taylor
Freddie Mercury entre os 50 músicos mais importantes do rock
Segundo a edição espanhola da Rolling Stone, Freddie Mercury é 31º músico mais
importante do Rock. O primeiro da lista é o músico estadunidense Bruce Springsteen.
Para ver a lista, clique aqui
Fonte: www.megacubo.net
Enviado por:; Emanuella Gømes
Queen é lembrado pelos 25 anos do Rock in Rio
No dia 11 de janeiro de 1985 começou um dos maiores eventos do Rock n’ Roll (Embora conte com outros ritmos):
Rock in Rio. O site G1 fez um infográfico para informar ao internauta por onde andam as atrações principais que já
passaram pelo evento. No bloco das atrações estrangeiras o Queen é ilustrado com uma imagem do guitarrista
Brian May e com a seguinte nota:
“A morte de Freddie Mercury em 1991 foi o momento mais triste da história do Queen. Sem o carismático
vocalista, a banda permaneceu em hiato, com pequenos projetos, até 2005, quando escalou o cantor Paul
Rodgers. O Queen+Paul Rodgers (nome oficial do grupo) lançou um disco em 2008, “The Cosmos Rocks” e
se apresentou ao Brasil- mas em maio de 2009 Rodgers saiu da banda, que voltou ao seu hiato.”
MOMENTOS HISTÓRICOS
Freddie Mercury do Queen coloca o público para cantar, Bruce Dickinson inaugura o bordão ‘Scream for me, Brazil!’ com direito a múmia no palco, James Taylor se emociona, Cazuza canta a nova democracia no país com “Pro dia nascer feliz” – veja no vídeo ao lado esses e outros momentos históricos do primeiro Rock in Rio.
Assista ao video: Clique Aqui
Para ver o infográfico, clique aqui
Fonte: www.globo.com
Enviado por: Emanuella Gømes
Bruno Gouveia, Biquini Cavadão, cita Queen como referência
Em entrevista ao Correio Braziliense, Bruno Gouveia, vocalista do Biquini Cavadão, cita suas influências e bandas favoritas, dentre elas Queen.
Não é a primeira vez que Bruno Gouveia cita Queen como uma de suas bandas preferidas e Freddie como referência, isto se nota em sua performace e maneira de interagir com a platéia.
PS: texto escrito pela Equipe QN
Confira parte da entrevista
para ouvir toda Clique Aqui
Fonte: Enviada por Tainara Taylor
Livro Bohemian Rhapsodies

Se você tem uma história REAL e INTERESSANTE relacionada ao Queen, escreva (em inglês) e mande para o site Bohemian Rhapsodies.
Saiba como participar, na Página ORIENTAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO. http://bohemianrhapsodies.net/Submission-Guidelines.php
Estão a frente do trabalho Robyn Sherman-Dunford e Nan Lawniczak que se uniram para compilar as histórias dos Fãs e Celebridades.
Sua história poderia colaborar para o projeto pois a renda da venda do livro (100%) será toda revertida para a Mercury Phoenix Trust, enfim este é um trabalho voluntário de fãs que querem mostrar suas histórias e ajudar o projeto MPT
Término do recebimento dos textos até 14 de março de 2010.
Informações sobre o texto: Texto composto por no máximo 1000 palavra (ou aproximadamente 4 páginas) formatando a em espaços duplos e fonte Georgia tamanho 12.
Fontes:
Bohemian Rhapsodies – http://bohemianrhapsodies.net/
QOL – http://www.queenonline.com/news/1585/
Enviado por Wilma Nagaoka
Freddie Rei do Rock
Em matéria que passou hoje (04/01/10) no programa Leitura Dinâmica, da Rede TV, Elvis Presley perdeu o trono de Rei do Rock para o vocalista Britânico… Freddie Mercury.A pesquisa foi feita por um site internacional.
Como disse Paul McCartney: King Mercury.
Assista:
Fonte: Rede Tv
Agradecimentos a amiga: Tainara Taylor
CD Unblinking Eye Edição Limitada já está a venda
Já está disponível a venda, no shop oficial do Queen, o CD Edição Limitada de Roger Taylor “The Unblinking Eye (Everything is Broken)”.
O CD custa £3.99 Libras Esterlinas, um pouco mais de R$ 11,00 reais.
Para comprar acesse o site Clique Aqui
Fonte: www.queenonline.com
Brian May lamenta a morte de Jim Hutton
Em seu Soapbox, Brian May fez uma nota lamentando a morte de Jim Hutton. Vejam um trecho da nota: “Nós marcamos e lamentamos a passagem, apesar da longa doença relacionada a Jim Hutton. Jim e Freddie eram próximos por muitos anos ,é claro, e na linguagem moderna teriam sido chamados de parceiros civis. Jim era uma alma tranquila e suave, levemente impressionado e divertiu com as maquinações da fama, Rock n’ Roll , e do Queen, e assim desde Freddie com uma visão agradável e diferente da vida. Jim foi dedicado a jardinagem, e a reprodução do carpa que deu tanto prazer a Freddie em sua lagoa no Garden Lodge. As nossas sinceras condolências as suas irmãs e familiares. RIP Jim.
Love Bri”
Fonte: www.brianmay.com
Agradecimentos a; Emanuella Gømes
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